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O que devemos comer quando ficamos mais velhos?

“Uma alimentação saudável é um investimento para garantir independência e uma transição segura para a terceira idade”, garante Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas.

Os anos passam, o corpo altera-se, o organismo muda, as necessidades também. Tudo isso implica vários cuidados. Cuidados redobrados com a hidratação porque aumentam as necessidades hídricas, mais vitamina D porque a deficiência dessa vitamina é uma das principais deficiências nutricionais nessa faixa etária, necessidades de adaptar a consistência da alimentação em casos de dificuldades de mastigação.

A alimentação deve ser repartida ao longo do dia em número adequado de refeições, o que beneficia a redução do colesterol, melhora a tolerância à glicose, melhora o controlo de peso e reduz a tendência para deposição de gordura. Nesse sentido, a distribuição alimentar ao longo do dia é recomendada para as várias doenças que são prevalentes nos idosos, como, por exemplo, a diabetes tipo 2.

O que colocar, então, no prato? Os mais velhos devem, todos os dias, privilegiar os hortícolas na forma de sopa e como acompanhamento no prato, a fruta e a água. Devem evitar consumir sal em excesso, moderar o consumo de bebidas alcoólicas, bem como de alimentos com elevado teor de açúcar e ou gorduras trans.

Há outro ponto muito importante: a ingestão alimentar não deve exceder as necessidades energéticas diárias. A bastonária da Ordem dos Nutricionistas explica que, tradicionalmente, devem ser realizadas três refeições principais: pequeno-almoço, almoço e jantar, intercaladas com duas ou três merendas ligeiras. “A ingestão de cinco refeições diárias está também associada, significativamente, ao aumento da ingestão de líquidos, diminuindo o risco de desidratação. É ainda importante que sejam estabelecidos horários regulares para as refeições, contribuindo dessa forma para maior conforto e regulação do apetite da pessoa idosa”, salienta.

 

Notícia site Notícias Magazine

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