Tecnologias ao serviço das pessoas mais velhas e seus cuidadores

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Tecnologias ao serviço das pessoas mais velhas e seus cuidadores

Em 2015, em Portugal, 9% dos adultos com mais de 50 anos prestavam cuidados informais a pessoas mais velhas numa periodicidade diária ou semanal. Quando uma pessoa mais velha precisa de apoio para concretizar atividades quotidianas (tarefas básicas de autocuidado, como alimentação e higiene pessoal) e/ou atividades instrumentais de vida diária (tarefas mais complexas, como a gestão/toma de medicação ou a preparação de refeições), este apoio fica frequentemente à responsabilidade de familiares e amigos que prestam cuidados não remunerados.

Como podem as tecnologias ajudar? A discussão de medidas inovadoras e sustentáveis para um envelhecimento saudável e independente tem-se focado, na última década, no potencial das tecnologias. Estas soluções – designadas Ambient Assisted Living (tecnologias de vida assistida, com a sigla inglesa AAL) – destinam-se, por um lado, a auxiliar a pessoa mais velha a viver de forma independente, diminuindo o volume de cuidados informais necessários. Por outro lado, procuram facilitar a prestação de cuidados e portanto melhorar a qualidade de vida de quem os presta e de quem os recebe.

Veja o exemplo dos serviços de tele-assistência das Residências Montepio

 

Notícia Público